é engraçado como é dificil pra mim ser impulsivo. Eu planejo, penso... mas a vida é uma caixinha de surpresas mesmo. Meu amigo Leonardo me ligou de São Paulo. Eu conheço ele desde que ele a gente tem uns doze anos porque a gente estudava junto na escola e eramos tipo melhores amigos. Hoje em dia falo muito menos com ele, porque ele foi pra São Paulo fazer faculdade, mas ainda temos contato. Ele me ligou, disse que eu podia passar uns tempos na casa dele, pra ver o que queria da minha vida.

Me demiti daquela droga de trabalho de assistente em um jornal de bairro aqui em São José (do Rio Preto), peguei minhas coisas mais necessárias (luxos e itens de segunda necessidade foram deixados no ap do Marco e alguns na casa da Mari) depois mando pegar! Parti com uma mochila e uma mala, cheias de esperanças e uma vontade enorme de mudanças. No caminho liguei pra minha mãe e ela me chamou de irresponsável, mas sabe que sempre fui louco pra morar um tempo em São Paulo, me disse que eu precisava acertar as coisas do casamento desfeito: devolver presentes já entregues, desconvidar todo mundo e descontratar todos os serviços, disse que resolveria tudo com o Marco por telefone. Senti um alivio na voz dela, se quer saber. Estou quase chegando na rodoviária e o Leo disse que vinha me buscar com um amigo.

Me demiti daquela droga de trabalho de assistente em um jornal de bairro aqui em São José (do Rio Preto), peguei minhas coisas mais necessárias (luxos e itens de segunda necessidade foram deixados no ap do Marco e alguns na casa da Mari) depois mando pegar! Parti com uma mochila e uma mala, cheias de esperanças e uma vontade enorme de mudanças. No caminho liguei pra minha mãe e ela me chamou de irresponsável, mas sabe que sempre fui louco pra morar um tempo em São Paulo, me disse que eu precisava acertar as coisas do casamento desfeito: devolver presentes já entregues, desconvidar todo mundo e descontratar todos os serviços, disse que resolveria tudo com o Marco por telefone. Senti um alivio na voz dela, se quer saber. Estou quase chegando na rodoviária e o Leo disse que vinha me buscar com um amigo.
Tudo, visto daqui de dentro do onibus parece maior do que das outras dez ou doze vezes que vim pra cá, ou devo eu estar me sentindo menor, mais desprotegido... mas com uma vontade enorme de devorar isso daqui.

Viver? É uma necessidade.

Viver? É uma necessidade.
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